Prisões
Espero um diaPoder quebrar as correntes
Arrebentar as grades
Correr por entre as árvores
Pisar na grama geladinha
De pé descalso
Cabelo ao vento
Mesmo de camisola
Sentindo a brisa batendo na pele
Arrepiar, mas não temer
Buscar o ar que já se perdeu
O puro da liberdade invadir
A alma agradecer
Transformar-me em borboleta
Para muitos cenários poder voar
Buscar novidade no horizonte
Nunca mais parar
Para onde ir?
Não sei!
Quero poder gritar
Os meus gritos internos
Encurralados no peito
No nó da garganta
Nos choros contidos
Mas que hão de ser libertados.
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